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27 jul 2015

Regina Guerreiro dá Aula de Cultura Negra em websérie “ENJOY”

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Talvez os mais novos não a conheçam, mas Regina Guerreiro é uma das jornalistas de moda mais renomadas do país. Seu primeiro contato com moda foi na editora Abril em 1965, onde ficou à frente da Revista Manequim. Depois assumiu o conteúdo de moda de revistas da editora, como a Claudia, Capricho, Contigo e a extinta Ilusão. Foi editora da Elle Brasil e na Vogue atuou por 14 anos. Regina acompanhou de perto todo o processo de democratização da moda, que começou lá em 1960.  Ela criou uma das primeiras agências especializadas em moda, num momento em que a roupa 'made in brazil' começou a plantar suas sementes, e assim esteve por trás de campanhas e coleções de marcas importantes da época como a Rhodia. Depois de um largo e brilhante caminho por trás das páginas, a jornalista deixou os holofotes, até ser convidada pela marca Cavalera para estrelar uma web série em seu canal do YouTube chamado "ENJOY!"

Regina Guerreiro_Enjoy

O programa já está em sua segunda temporada – a primeira foi lançada ano passado – e a jornalista, filmada dentro de seu ultradecorado apartamento, contas histórias que já viveu, viagens que já fez, curiosidades de figuras importantes e relaciona moda com cinema, arte e até gastronomia. Em um dos episódio Regina fala de seu sofá, criação de Salvador Dalí, que tem desde os anos 1980 e faz sucesso desde então.

Ajak-Deng-Grace-Bol-Fernando-CabralEditorial da Revista Britânica i-D

No episódiop 9 da temporada #2, ela mostra como a cultura negra saiu de marginal e passou a influenciar toda a sociedade. Ela confessa que nos anos 1970, quando a moda africana incontestavelmente influenciou Paris, chegou a usar uma peruca black power. Ainda no episódio, resgata a história do Jazz, que teve sua origem em celebrações de escravos de New Orleans, e lamenta que o gênero só tenha ganhado força após a divulgação feita por brancos. Fala ainda da origem do samba, de como os tecidos estampados virou febre, e relembra sua primeira viagem à África, quando ela verdadeiramente passou de "burguesinha burrinha", como ela mesma diz, a admiradora da iponência das mulheres africanas com suas cores e misturas étnicas.

Para assistir aos outros episódios e ainda a primeira temporada de "ENJOY!" acesse o canal da Cavalera no YouTube.

22 jul 2015

FREECÔ

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Outro dia recebi um kit curioso e muito bem criativo para dilvugar o Freecô, um produto que eu conheci através de um dos vídeos da JoutJout (excelente canal que eles escolheram para divulgá-lo, inclusive). Depois de fazer um vídeo sobre os desafios de fazer cocô a dois, JoutJout recebeu o produto e após o uso, ficou tão empolgada que me fez ter vontade de experimentar também.

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Eu não resisti e perguntei como foi o start para a criação de um produto como Freecô (alguma história por trás deve ter!) e eles me contaram que um dos sócios sofria demais com os odores desagradáveis que ficavam depois de usar o banheiro. Os maus cheiros se espalhavam para todo o ambiente próximo ao banheiro e por este motivo não utilizava o banheiro fora de casa. Em uma viagem aos Estados Unidos, um outro sócio viu um produto que poderia salvar a vida dele e trouxe ao Brasil. Por já terem um know-how e trabalharem com essências e fragrâncias, decidiram criar um produto similar que pudesse libertar as pessoas da saia justa de utilizar o banheiro fora de casa.

 

 

 

 

Um vídeo publicado por Dhyogo (@semgeracao) em

A diferença do Freecô para outros produtos com a mesma proposta é que, ao invés de "mascarar" o odor do cocô, ele simplesmente bLoqueia (e bloqueia mesmo!). Ou seja, é possível ir ao banheiro discretamente e ainda deixar para trás um cheiro de "alguma coisa verde", como a JoutJout mesmo disse em seu vídeo. Segundo os criadores do produto, pessoas que estavam céticas sobre a eficácia dele, mudaram de opinião após o uso, o que justifica o efeito "viral" na internet e receptividade dele nas redes. Curioso foi eles afirmarem que a procura maior tem sido por mulheres, o que me surpreendeu. (será que os homens sentem "orgulho" do cheiro que deixam para trás ou é pensamento de alguém que vive cercado de feministas? haha)

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No site do Freecô você consegue comprar online. Espero que a dica tenha sido boa!

21 jul 2015

Como Kurt Cobain e Marc Jacobs vestiram uma geração

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Os cenários são completamente opostos: de um lado, a cena underground das bandas barulhentas de garagem em Seattle e, de outro, a glamourosa passarela de Nova York que ditava tendência minimalistas através de estilistas contratados de grandes grifes, que faziam questão de estampar suas logos em camisetas, bolsas e botas.

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Kurt Cobain influenciou, não só a música, com suas melodias densas, pesadas e letras questionadores, mas deu voz a uma geração que encontrou em sua forma de expressão, um estilo de vida. Nevermind vendeu mais de 15 milhões de cópias, tocou incessanetemente em todas as rádios do mundo inteiro nos inícios dos anos 90 e é o 10º disco de rock mais vendido da história. Kurt virou um mito após a seu suicídio, em 94. Ele era conhecido também por sua relação conturbada com a mídia, pelas drogas e por seu casamento com Courtney Love – que foi um dos mais acompanhados durante a década. Talvez não seja pretencioso dizer que o vocalista e guitarrista do Nirvana tenha sido o último rockstar que mais causou euforia na música que, de undergound, se tornou mainstream em poucos anos.

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Tão Mainstream que serviu de inspiração para a coleção de Primavera Verão 1994, criada por Marc Jacobs, que estava à frente da marca Perry Ellis desde o final dos nos 1980. O estilista viu naquele universo subversivo uma grande fonte de referências que levou para as passarelas e enxergou na mulher de Kurt, Courtney Love, uma musa. A coleção inspirada no casal levou ao universo fashion referências consideradas, até então, sem glamour, pobres e marginalizadas. Tricôs oversized, camisas xadrez amarradas na cintura, peças em tecido fluido combinadas à botas Dr. Martens eAll Stars, toucas intencionalmente desarrumadas sobre a cabeça, cabelos despenteados e camisas com cara de pijama deixaram a crítica especializada estarrecida, e logo se formou uma enxurrada de comentários negativos sobre a coleção Grunge, que foi apresentada por um casting de modelos mais bem pagas, como Kate Moss, Naomi Campbell, Carla Bruni. Corbis-42-37874507

Críticos como Suzy Menkes chegaram a afirmar que a coleção matou o grunge e que esta tribo era chocante. A New York Magazine publicou uma manchete onde se lia “Grunge: 1992–1993, R.I.P”. Isso tudo culminou na demissão de Marc Jacobs da Perry Ellis. Contraditoriamente, hoje o estilista e considerado um dos mais revolucionários da década de 1990 e coleção, uma das melhores de sua carreira. Anos depois, o Grunge foi tema de editorial, capa das principais revistas de moda e peças que antes custavam US$10, passara então a custar US$600, como os máxi tricôs listrados.

Kurt Cobain e Courtney Love receberam, logo após o desfile, peças da coleção de Jacobs, de presente. As peças foram queimadas, segundo a própria Courtney disse em uma entrevista, pois eles não eram nada daquilo e não iriam coagir com o universo fashion. O que já era esperado de uma tribo de contra-cultura que pregava a anti-moda e o anti-glamour. Cobain detestava o posto de "rockstar" em que foi colocado. As entrevistas dele – quando conseguiam entrevistá-lo – era cheias de ironia e em um dos shows ele até chegou a cuspir na câmera de TV que transmitia ao vivo.

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Lançado recentemente, o documentário Kurt Cobain: Montage of Heck mostra a vida do líder do Nirvana desde a infância, sua relação com a fama e o status de astro do rock. Dirigido de Brett Morgen, que teve acesso a todos os arquivos de família Cobain – desde vídeos feitos sob efeito de heroína a cadernos com desenhos e escritos cheios de melancolia e tristeza, o documentário é um retrato cru e verdadeiro sobre o último ídolo que o rock teve. Há espaço também para seu lado 'pai' e como sua relação com Courtney Love afetou sua carreira. Vale muito a pena assistir!

20 jul 2015

MENDIGO STYLE E O VANGUARDISMO JAPONÊS

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Em meados de 2012 surgiu uma "tendência" entre os homens de algumas capitais como Nova York e Paris, em investir naquilo que foi batizado por aqui de "estilo mendigo". Se você nunca ouviu falar no termo, pode parecer absurdo à primeira vista, mas é uma maneira que, de fato, tem sua inspiação entre os moradores de rua, tão presentes nas grandes capitais e referências poderosas que tem origem lá em Paris na década de 1980.

As raízes desse estilo são bem antigas. Nos anos 80 surgiu na moda um movimento que ficou conhecido como "Vanguardismo Japonês", encabeçado por Rei Kawakubo (Comme des Garçons) e Yohji Yamamoto, que revolucionaram as passarelas de Paris com trajes verdadeiramente esfarrapados: tecidos com furos gigantescos, costuras aparentes, roupas usadas do lado avesso, cores como cinza e preto, amassados propositais e formas totalmente desprendidas do corpo humano (que hoje chamamos de maxiformas). As coleções apresentadas para lados completemente opostos da moda vista na época: glamourosa, colorida e justíssima. Os esforços dos críticos em classificarem aquelas roupas eram tantos, que diversos termos foram usados, desde "Hirochima Chic" (alguns acreditavam que aquilo era uma forma de protesto políticos), até "Visual Mendigo". Segundo o jornal francês Libération, os franceses finalmente haviam encontraram seu mestres: os japoneses.

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As referências passeiam também por outros universos, desde o grunge ao pós-punk, surgido no final dos anos 1980. Quem conhece um pouco da história de Vivienne Westwood pode encontrar referências do "look mendigo" com as camisetas surradas que ela vendia em sua loja em Londres, a Sex, ainda nos anos 1970. Mas voltando a 2015 (ou 2012, quando essa tendência caiu nas graças do street style), uma das maneiras que os rapazes encontraram de cair no estilo 'pretenciosamente desarrumado' foi através da sobreposição de jaquetas e casacos, leggings e bermudas, além de acessórios como toucas e cachecóis. Tecidos com fibras naturais como a lã, o tweed e a flanela também são escolhas que garantem o visual 'abandonado'.
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Tudo isso para justificar o uso do tricô que usei no look dessa semana. É claro que as referências estão bem sutis, e se concentram na escolha do tricô solto da Equus, marca feminina dedicada ao jeanswear aqui de São Paulo. Sim, a peça é feminina e mais uma prova de que atualmente gênero não quer dizer muita coisa. A calça é acervo e as botas eu garimpei de um dos desfiles do Felipe Fanaia na Casa de Criadores, que estava à venda na loja colaborativa do estilista na Galera Ouro Fino, na Rua Augusta.
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Fotografia e edição: Guilherme Marques

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E aí, o que acharam do look?

15 jul 2015

Como eu saí da minha cidade para procurar emprego

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Longe de mim afirmar que o sucesso profissional de todo mundo está na cidade vizinha. Já começo o post assim para deixar claro que ele não pretende ser tendencioso. O que quero aqui, é compartilhar minha experiência de sair do Rio de Janeiro para procurar emprego em São Paulo, devido sugestão de algumas pessoas que me escreveram pedindo tais dicas.

Nós temos a tendência – cada vez menor, importante ressaltar – em achar que somos vítimas dos lugares onde nascemos, estudamos ou começamos a trajetória profissional. Se você é do time que se muda de cidade já para estudar em outro lugar, as suas chances de enxergar (e considerar) as diferentes possibilidades profissionais já são bem maiores. Mas se não, pode cair no erro de apenas viver aquela realidade e achar que sua vida estará fadada às empresas que restam na sua cidade.

Quando comecei minha trajetória profissional, em 2011, me considerei sortudo – na época eu era um dos únicos da classe que tinha estágio. Com o tempo aprendi que não é questão de sorte, e sim de esforço. A área de moda no Rio de Janeiro já se revelou um tanto difícil para estudantes começarem sua vida profissional, mas os estudantes também já se revelaram preguiçosos e acomodados. Há vários fatores que influenciam essas duas coisas. O QI é um deles: muitas empresas tendem a contratar pessoas conhecidas de outras pessoas, e se você está começando na profissão, as chances de conhecer alguém do meio são bem menores. A demanda por empregos na área que eu desejava também era restrita: eu trabalhava com desenolvimento de produto, mas meu desejo sempre foi comunicação de moda e o número de agências e empresas que poderiam oferecer cargos que eu almejava estavam quase em extinção. Isso sem falar que, para muitas empresas lá, o nome da instituição ainda conta – se você não se graduou em universidade X ou Y, suas chances caem consideravelmentes. A distância ainda era algo que dificultava esse acesso: as empresas costumavam estar num mesmo espaço físico e não eram distribuídas pela cidade. O bairro onde eu residia infelizmente não me deixava ter um acesso viável diariamente – com o péssimo transporte carioca, eu demoraria pelo menos 2 horas para chegar ao destino, com sorte de pegar os ônibus em condições dignas. E isso tudo para conseguir a vaga na empresa que eu fiz entrevista para ganhar uma "bolsa auxílio" de R$400. (baseado em fatos reais). Pois é, não deu. As frustrações foram crescendo e a ideia de que ali não ia dar certo pra mim só aumentou.

Há um fator importante – e essencial – da minha mudança. O desgosto que eu sentia em morar na minha cidade. Tudo ali me irritava – desde o transporte, ao precário acesso à cultura, passando pelas pessoas e o clima – e isso começou a crescer de uma tal maneira que poucos meses depois de formado eu já estava cogitando me mudar logo, independente de conseguir ou não emprego em outro lugar. A minha insatisfação em morar no Rio de Janeiro foi essencial para que eu me motivasse a sair de lá. Quando você quer muito uma coisa, tudo acaba virando uma desculpa. A quantidade de pessoas que me diziam que em São Paulo as possibilidades de emprego são melhores e minhas recentes visitas à cidade me fizeram criar gosto pelo lugar e uma esperança de que saindo do Rio eu seria mais feliz – e sim, quase dois anos depois eu posso afirmar que sou.

Leia também: De Malas Para São Paulo: Por Que Mudar?

Planejamento feito e malas prontas, só dependeria de mim correr atrás do emprego que eu gostaria de ter. Eu me apeguei a esta afirmação, já que não conhecia ninguém na cidade e os poucos que conhecia não estenderam o braço quando eu precisei. Criar uma rotina de procura por emprego é essencial. Se dedicar pelo menos 2 horas por dia para procura por vagas e enviar currículos, é o mínimo que você tem a fazer. Fazer um levantamento das empresas que você imagina ter chance, ligar para cada uma delas e, se possível, bater de porta em porta são atitudes eficazes. Alguma resposta você vai ter, mesmo que negativa, e era assim que eu pensava. Assinar sites de vagas também pode ajudar muito, principalmente quando você já tem experiência em empregos anteriores. Se matricular em um curso também abre portas. Você conhece gente, entra em contato direto com professores, além de pedir dicas e sanar suas dúvidas sobre o mercado naquela região. Arregaçar as mangas é essencial e correr atrás é mais que necessário.

Mas não pense em que em 1 mês sua vida estará resolvida e você conseguirá, então, o emprego dos sonhos porque nem tudo acontece da maneira que nós esperamos – quase nada, na verdade. Colocar os pés no chão e ter em mente planos B e C é o diferencial para que você permaceça firme no seu objetivo. São Paulo foi essencial para que eu tivesse meu primeiro contato com a comunicação de moda, mesmo sem nunca ter trabalhado na área. A cidade me confirmou o que eu já suspeitava: ter contatos ajuda sim, mas ter talento é o e fator determinante. A concorrência aqui é grande, mas como muita gente vem de outras cidades – e essa é uma característica importante do meio profissional aqui – você ser um "forasteiro" pode ser até um ponto a seu favor.

Foi mais ou menos assim que aconteceu comigo e com pessoas próximas que conheci depois dessa aventura. O que pude perceber nesse processo e consigo enxergar com calma depois de quase dois anos, é que o primeiro passo é sempre o mais difícil. Mas uma vez dado, as outras coisas acabam fluindo e, mesmo que aos poucos, tomando forma. Gostar de onde está é essencial para que, mesmo nas maiores dificuldades, você consiga forças para continuar tentando. Eu espero que isso tenha ajudado e sanado as dúvidas de quem me enviou mensagens nos útlimos dias pedindo que eu compartilhasse um pouco da minha experiência. Se você quer saber mais do meu processo de mudança e como eu me planejei para isso, leia este post que tem muitas dicas para tomar nota!

 

Leia Também: 5 Coisas Desagradáveis Que Você Vai Aprender ao Sair de Casa

Crônica: O Prazer de Andar Sem Rumo

14 jul 2015

Vivienne Westwood: “Quero que as pessoas aprendam a comprar”

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Vivienne Westwood é uma das poucas estilistas da atualidade preocupada com a questão ambiental e sobre como o consumo desnecessário pode afetar a qualidade de vida das pessoas e o planeta como um todo, algo infelizmente cada vez mais comum entre os consumidores ávidos por novidades. A estilista, para quem não sabe, é a precurssora do movimento punk e traz sua essência contestadora para seu trabalho – e agora, com frequência cada cada vez maior.

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Vivienne Westwood posa as lentes de Juergen Teller para campanha de Outono Inverno 2011, feita na África.

Em entrevista para o The Guardian, a britânica confessou estar preocupada com o consumo desenfreado atual. Ela diz que a empresa que leva seu nome não está mais focada em crescer, e sim se desenvolver como uma empresa cada vez mais auto sustentável e que ofereça um produto com uma qualidade excepcional. "O que eu quero é que as pessoas saibam escolher melhor os produtos que compram" e, para isso, leva em consideração uma série de fatores.

A designer de 72 anos está cada vez mais engajada também nas causas ambientais e políticas e suas últimas campanhas e desfiles têm deixado isso bem claro. "O status quo irá nos matar. As pessoas não percebem o quão rápido estamos marchando em direção a uma possível extinção em massa. Uma vez que a temperatura global sobe para além dos dois graus, você não pode mais parar." Ela ainda completa dizendo que são poucos os estilistas preocupados com essa questão.

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George Clooney, Kate Moss, Rita Ora e Hugh Grant, em nova campanha que visa chamar a atenção para a preservação do Ártico

A campanha mais recente de Vivienne Westwood é em parceria com o Greenpeace. Ela criou uma camiseta com a estampa "Save The Arctic" e convidou artistas de peso como Kate Moss, George Clooney e Kylie Minogue, que posaram para fotos que estão, agora, sendo expostas na estação de metrô Waterloo de Londres, bem no acesso ao escritório da Shell, empresa que começa as perfurações no Ártico ainda este mês para extração de petróleo. O protesto é ousado e pretende chamar a atenção da mídia.

Veja como a indústria da moda pode acabar com o meio ambiente neste post.

Por essas e outras Westwood é uma das minhas estilistas favoritas e sempre tem posts aqui no blog sobre ela, sua história e seus trabalhos. O que falta nos outros designers, sobra em Vivienne: a consciência de que o consumo desnecessário só tem consequências ruins para o meio ambiente e, consequentemente, para nós. 

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Apenas uma palavra: MA-RA-VI-LHO-SA!

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